Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o oceano, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou em uma ilha não habitada.
Chegando á praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Consegiu se alimentar de peixes e ervas.
Derrubou algumas árvores e com muito esforço construir uma casinha. Não era bem uma casa, era um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção.
Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez podessem existir na ilha.
Um dia, ele estava pescando, e quando terminou, havia apanhado muitos peixes, assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca.
Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção ao ver sua casa toda incendicada.
Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos:
"Deus! Como é que o Senhor pode deixar isto acontecer comigo? o Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para me abrigar, e o Senhor deixou minha casa queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste momento, uma mão pousou em seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
"Vamos rapaz?"
Ele se virou para ver quem estava falando com ele, quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "Vamos rapaz, nós viemos te buscar!"
"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"
"Ora amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante!"
sábado, 23 de fevereiro de 2008
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
O que mais te surpreende na Humanidade?
- Os homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde. E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.
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